Vacina contra dengue

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Considerada um avanço na medicina, a Dengvaxia, vacina contra a dengue desenvolvida por um laboratório francês, mostra eficácia no controle da doença e atrai um importante comportamento público: prevenção em grupos. Empresas, famílias e vizinhos imunizados em conjunto ampliam o leque de proteção e podem dar ainda mais eficiência à vacina.

A infectologista Luciana Sgarbi, professora e especialista da área na Famema (Faculdade de Medicina de Marília) participou de um simpósio em São Paulo que apresentou informações e resultados da cobertura pela vacina. Voltou animada.

Responsável pela clínica ProVacinas, Luciana Sgarbi trouxe a vacina contra dengue para Marília e explica que além de reduzir volume de casos a vacina consegue abrandar sintomas na minoria que pode contrair a doença. Mas vacinar não é tudo.

“A vacina é um marco na medicina, porém é cada vez mais importante que ações de prevenção sejam implantadas pelas autoridades e praticadas pelas pessoas. Cabe a nós cuidarmos e ampliarmos esta proteção e dar uma qualidade de vida melhor aos nossos pacientes”, explica.

A vacina estará disponível apenas na rede particular e não há previsão de chegada à rede pública. Segundo Luciana Sgarbi, até 66% dos vacinados ficam livres da doença e mesmo nos casos em que a dengue se manifesta, a vacina reduz em até 93% os sintomas mais graves, que poderiam causar à internação.

 

doutora

 

Funcionários protegidos

Podem ser vacinadas crianças a partir de 9 anos e adultos até os 45. Público não incluído nesta faixa ganha uma proteção indireta ganhado cercado por grupos imunizados – como a família, vizinhos ou funcionários em uma empresa.

Isso porque além  de reduzir drasticamente o público que pode ser transmissor da doença, a vacina implica em redução do volume de vírus em circulação.

A preocupação com a prevenção em grupos transformou empresas em bases para campanha de vacinação. A prevenção nas empresas ganha diferentes aspectos: cuidado com saúde da equipe, preocupação social com bem-estar, promoção de relacionamento e até caráter econômico, já que fica mais barato vacinar que perder produtividade ou afastamento de funcionários.

A vacina é feita em três doses, com intervalos de seis meses. Ou seja, a imunização completa leva um ano. E quem começar agora chega mais protegido aos momentos de pico de transmissão e circulação do vírus.

“A vacinação é rápida, mas além de aplicar a vacina nós fazemos uma orientação, acompanhamento mesmo após a vacina. Nas primeiras 72 horas após aplicação pode haver reação que depende de cada pessoa e a clínica oferece toda informação e monitoramento”, explica.

O agendamento na ProVacinas pode ser feito pelos telefones3433-0268, 3422-2423 e até pelo WhatsApp pelo número (14) 98135-4871. Mais informações na ProVacinas, avenida das Esmeraldas, 2899.

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